terça-feira, 31 de janeiro de 2023

Sermão aos Peixes - 1 e 2

CAPÍTULO 1 

    Disse Cristo: sois o sal da terra — quer que façam na terra o que faz o sal (impedir a corrupção). Ou o sal não salga ou a terra não se deixa salgar. Se o primeiro, os pregadores não pregam a verdadeira doutrina; se o segundo, os ouvintes não a querem receber (lembrou-me o caso do homem que defendia o armamento com a justificativa de que, numa guerra, Jesus pegaria em uma arma e mataria os inimigos). Se o sal não salga, pregadores não reiteram em ações suas palavras e os ouvintes lhe imitam: pregadores pregam a si e ouvintes servem a seus apetites. 

    O que fazer se o sal não salga? Mt 5,13: Lance fora como inútil, para que seja pisado de todos. Atrevimento dizer o que Cristo não pronunciou. É merecedor de todo o desprezo (sic) e de ser metido debaixo dos pés com a palavra ou a vida que prega o contrário.

    O que fazer à terra se ela não se deixa salgar? Cristo não resolveu isso no Evangelho, mas Santo Antônio, que pregava contra os hereges na Itália (sic), na cidade Aríminio. Erros de entedimento quase lhe custaram a vida. Que ele faria? Deixou a praça e foi às praias: "Já que não me querem ouvir os homens, que me ouçam os peixes". Os outros santos foram o sal da terra. Domina maris: Senhora do mar.






sábado, 1 de dezembro de 2018

Menino de engenho – José Lins do Rego

    Menino de engenho é uma obra feita por José Lins do Rego, em 1932, que conta, em primeira pessoa, parte de sua história de vida, tendo como narrador Carlinhos. 
   Carlinhos é um menino que, aos quatro anos de idade, perde a mãe, Clarisse, assassinada pelo pai por tiros, que é mandado ao hospício. O menino sofreu muito ao encontrar sua mãe ensanguentada e seu pai deitado sobre ela, no quarto deles; quer beijá-la, abraçá-la e ficar próximo a seus pais, porém é obstado e levado a outro local de sua residência, onde brinca com seus amigos sem dar atenção ao que as criadas dizem a respeito do ocorrido e, à noite, chora em sua cama com saudades da mãe. 
   Seu pai fora excelente em seu papel, sendo sempre carinhoso, atencioso e presente, mas havia seus momentos de desentendimento com a mulher, assim como outrossim havia os beijos e momentos a sós; ele tinha um temperamento muito excitado e um louco amor pela esposa, o que fizera cometer tal crime. Clarisse tinha cabelos pretos e era pequena, além muito amada pelos criados e carinhosa com seu filho.
   Três dias após a tragédia, tio Juca busca o sobrinho Carlinhos para este morar no engenho do avô materno em Pilar, ainda na Paraíba, enquanto no trem fala sobre o pai do menino ser doido. Ao chegar no engenho, ele é muito bem recebido e admirado pelo povo, além de ter batizado-se nas águas do rio Paraíba. Carlinhos e seus três primos (dois meninos e uma menina — todos mais velhos) passavam o dia brincando. Sua tia Sinhazinha era uma idosa de aproximadamente 70 anos que é bastante rígida, além de odiada pelas negras, assustar os moleques com sua presença e assumir o controle da casa do avô do menino. Tia Maria era mãe de Lili, uma prima sua bastante pálida e magra que tinha a sua idade e olhos azuis e cabelos loirinhos que, certo dia, amanheceu vomitando e, no outro, morreu, fato extremamente triste tanto para sua mãe, quanto para seu primo Carlinhos, que fora repleto de cuidados pela mãe dela, proibindo-o de brincar com os primos e ensinando-lhe a ler, algo bastante complicado porque o menino era desatento.

    Numa tarde, o pessoal do engenho é avisado de que Antônio Silvino virá. Certa vez, por um acidental pião caído sobre o pé de Sinhazinha, Carlinhos apanha dolorosamente com uma chinela, fazendo com que o menino tivesse pensamentos vingativos para com sua tia-avó. Num outro dia, também são avisados de que uma cheia passará pelo engenho, o que enche os meninos de prazer porque, assim, podem divertir-se , encontrando os estragos causados.
    Carlinhos vai à casa do dr. Figueiredo aprender a ler, ensinado por sua mulher, Judite, que do marido apanhava; era muito carinhosa com o menino que, tempos depois, foi estuar numa escolinha penuriosa junto a outros meninos que moravam em engenho. Seu avô não era devoto nem ia às missas ou confessava-se, todavia em tudo vinha dele um "se Deus quiser" ou "tenho fé em Nossa Senhora". Com isso, Maria era encarregada de educar Carlinhos e outros meninos religiosamente. A família de Carlinhos e ele próprio são católicos que não têm a praxe de ir à igreja todo domingo, mas em dias santos demonstram-se devotos e religiosos.
     Chico Pereira é torturado após ser acusado de desvirginar Maria Pia; quando esta e sua mãe vão á casa do avô de Carlinhos para resolverem o casamento, forçado da parte da família da mulata, o homem manda buscarem um livro vermelho com uma cruz, com o objetivo da menina pôr a mão nele e dizer a verdade: Juca quem a maleficiou.
     Com o catecismo, Carlinhos deixava de acreditar em lobisomens (o pessoal do engenho acreditava que José Cutia, o vendedor de ovos, era o lobisomem que comia partes dos animais da região) e zumbis (acreditavam que eles encarnavam-se nos animais). A velha Totonha vivia de contar histórias no engenho, tais como as da mil e uma noites e da menina que fora enterrada viva pela madrasta. Mesmo após a abolição da escravatura, as negras do engenho continuaram trabalhando e dormindo na senzala Santa Rosa, onde eram bem tratadas e cuidadas.
   Carlinhos tinha muitos amigos que lhe prendiam em suas conversas e confissões. O menino conseguira um carneiro para montar, denominou-o Jasmim e era seu sonho realizado. Ele era muito carinhoso com o animal, dando-lhe banho com sabonete e penteando-o. Contavam-se histórias do Engenho Santa Fé (denominado agora Engenho do seu Lula, que escondia dinheiro de ouro enterrado, as negras viviam de jejum e uma lata de manteiga era para um mês. Numa noite, um leão enfurecido entrou dentro da casa do homem, que mandou com urgência uma carta ao José Paulino (avô de Carlinhos), pois além disso um doutor queria roubar-lhe a filha, mas era apenas fruto de sua imaginação. Quando já maior, Carlinhos é vítima de puxado, doença que o deixa em cama por um bom tempo. Seus amigos começam a escola, abandonando o enfermo necessitado de companhia.
   Tio Juca guardava muitos segredos: certa vez, Carlinhos, digno de sua intimidade, sozinho, descobriu revistas pornográficas do tio, — o garoto tinha fascínio de admirá-las — até que fora pego pelo dono.
   Durante a ceia, José Paulino contava suas histórias da família: dos tios Ursulino e Leitão. A primeira paixão de Carlinhos fora Judite, que o ensinava letras em seu colo. Aos 8 anos de idade, sob um cajueiro, beijou Maria Clara, uma prima sua de Recife que visitou o engenho com outras parentas. Já mais velho, ouvira uma conversa do seu avô a respeito de seu pai; mais tarde, um médico o diagnosticou como doente e ele teve medo de enlouquecer como o pai.
      A negra Luísa o livrou da castidade, cativando-o a um vício abominável. Quando Maria Menina fora embora e, pouco depois, seus primos também, Carlinhos fora para o internato. A negra Luísa estava prenha e ninguém sabia de quem. O menino era sempre tentado em seu quarto a masturbar-se. Aos 12 anos, como homem, conhecera Zefa Cajá e apaixonou-se por ela. Pouco depois, estava na boca do povo do engenho que ele contraiu sífilis. Puseram Zefa na cadeia e não deixavam menina alguma sozinha com Carlinhos. O moleque Ricardo também contraíra a doença. Ambos remediavam-se veementemente. Por fim, o menino fora para o Colégio, dando esperança a todos de endireitar-se.


Rebecca de Santana.
       
     





quinta-feira, 1 de março de 2018

Triste fim de Policarpo Quaresma – Afonso de Lima Barreto


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    O romance triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, narra em terceira pessoa o exacerbado nacionalismo de um patriota do século XIX ocorrente no estado do Rio de Janeiro. 
    Policarpo Quaresma, major por apelido outrora, não por renome, é um funcionário público sempre pontual que, certa vez, chama o seresteiro Ricardo Coração dos Outros à sua residência para reprodução das modinhas e exibição das riquezas do Brasil, o que faz com que a vizinhança surpreenda-se pelo capadócio cometido por um homem respeitável. 
   Numa tarde de abril, o general Albernaz e o major visitaram a negra Maria Rita à busca de cantigas nacionais para o noivado de Ismênia, filha do general; todavia saíram descontentes pela mulher lembra-se somente do Bicho Tutu. Cavalcânti, noivo de Ismênia, informou a existência de um literata, que deu-lhes entre outras canções o Tangolomango. 
    Chegado o dia, Quaresma, na peça teatral, desmaiou. Ao ser acudido e chegar em casa, aprofundou-se nos estudos do folclore e descobrira que o Tangolomango não era de origem nacional, assim como outras cantigas. Com isso, bateram-lhe a porta e o major a abriu sem cumprimento algum, só desandou a chorar e arrancar seus cabelos, que eram tradições dos tupinambás, originados do Brasil.  
    Cavalcânti marca a data de seu casamento e Quaresma é verdadeiramente denominado major. Coração dos outros relata a Genelício, cursante da faculdade de direito e noivo de sua afilhada Olga, filha de Coleoni, que o major fora internado no hospício Praia da Saudade por escrever uma carta em tupi ao ministro para tornar tal idioma oficial no Brasil por ser raiz deste. Nos jornais, publicaram uma carta ao major que o transformou em escárnio. A afilhada e Coleoni o visitaram e perceberam mais fleumático em relação ao comportamento e após seis meses obtivera alta. Para tal sociedade, era melhor estar morto que no manicômio. Coleoni, não entendendo bem cousas de oficiais, passou o cargo de cabo a Coração dos Outros. Cavalcânti foge para o exterior e abandona Ismênia, deixando-a extremamente triste. 
     Após sair do manicômio, o major compra o sítio Sossego, no município de Curuzu, e vende sua casa de São Januário. Conversando com a afilhada e com Adelaide, sua irmã, fica claro que ainda há nacionalismo em sua alma. O sítio tinha terras maltratadas, mas após esforço do major e Anastácio, tornaram-se de bom cultivo. Enquanto isso, o cabo, em sua choupana, cria a música Alice em homenagem a uma lavadeira negra e é chamado para cantar no casamento de Quinota, filha do general, e, uma semana depois, Olga e Genelício casam-se. Quando o cabo visita o Sossego, Anastácio torna-se agregado do major, que, por sua vez, contrata Felizardo como empregado, rapaz tagarela que afirma em dizer que o major é amigo do presidente Floriano Peixoto. 
      Pode-se perceber também que o major era xenofóbico, afirmando veementemente ser o Brasil o país de terras mais férteis do mundo e nenhum outro o ultrapassava. Aproveitando a opulência de suas plantações, vendia-as, todavia gerando prejuízo irrelevante para Quaresma; para melhor desempenho das colheitas, contratou Mané Candeeiro. 
      Numa terça-feira, o doutor Campos, presidente da câmara, pede ao major que vote nele, o que fora negado por não interessar-lhe a política; como represália, na quinta-feira Policarpo recebeu uma carta com assinatura de Campos alegando cultivar em terras que não era suas, episódio que só apagou-se com uma carta de Olga que pedia a Adelaide tomar cuidado com o manto de Duquesa, sua pata, que sem o consentimento da dona morreu junto a outros animais pelas pragas da região. Numa tarde, recebeu outra carta, que desta vez obrigava o major a apagar uma quantia de quinhentos mil-réis por usar produtos sem respectivo pagamento, total calúnia e mentira, assim como a anterior intimação.  
    Felizardo entregou-lhe o jornal matutino e disse que não trabalharia no dia seguinte; o que fez o major pensar que tinha como motivo o feriado da independência do Brasil, todavia na verdade era porque as forças da Marinha voltaram-se contra o presidente Floriano Peixoto — fato verídico reconhecido como Revolta da Armada (1893).
    Olga e Genelício separam-se por ter acabado todo o gosto e respeito que sentiam um pelo outro e Coração dos Outros finalmente compôs "Os lábios de Carola". 
    O marechal era um homem moralmente preguiçoso, sem amor ao trabalho e fisicamente vulgar. O major viajou até ele a fim de dar-lhe forças para suportar a revolta e fora encarregado oficialmente de major. Quinota casou-se e Ismênia enlouqueceu por causa do noivo que nunca vinha. Logo após conversar com o comandante Bustamante num cortiço, o cabo fora acusado de ser um rebelde e teve o violão cassado. Com um tempo, a revolta passou a ser um divertimento da cidade. 
    O almirante criticava o governo. O general estava tão desesperado com o estado de sua querida filha Ismênia que chamou médiuns e curandeiros para curá-la, fato obstante. O comandante torna Fontes sargento e devolve o violão ao cabo, enquanto Quaresma comandava o campo da revolta. Ismênia, dias após falar à mãe que ia morrer e que o fosse vestida de noiva, faleceu no quarto enquanto vestia-se preparada para enfrentar a morte. 
    Quaresma voltou para o seu sítio, agora abandonado. Adelaide não ficou sozinha porque tinha a presença da mulher de Felizardo, Sinhá Chica, velha curandeira que tirara as pragas que destruíam a colheita. Após saudades do irmão, Adelaide recebera uma carta deste dizendo-lhe que não podia mais escrevê-la porque fora baleado e assassinara: não estava doendo-lhe o corpo, mas sim sua alma e a consciência. 
   Certa noite, um homem de Itamarati veio à procura de Quaresma para prender-lhe e executá-lo. Tentando ajudar, o cabo e Olga resolveram falar com o marechal, diligência obstante. Por fim, o major Policarpo Quaresma arrepende-se por ter sido cegamente nacionalista e por não ter feito nada na vida que realmente tenha dado-lhe felicidade e é executado; Olga reflete e chega à conclusão de que tudo na vida é efêmero.

    Rebecca de Santana

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Os Ratos – Dyonelio Machado

   O romance "Os ratos", de Dyonelio Machado, foi produzido em 1935 e tem como história a relação financeira de Naziazeno com o capitalismo e sua busca pelo dinheiro retratada em 28 capítulos. 
    O tempo é cronológico, o cenário é o estado do Rio Grande do Sul, o narrador é observador, a linguagem é coloquial com um vocabulário substantival erudito e a separação de capítulos é feita de acordo com pausas. 
  A obra relata a penuriosa vida de Naziazeno Barbosa, sua mulher Adelaide e seu filho Mainho quando o leiteiro conta que só lhes dá um dia para pagarem sua dívida de cinquenta e três mil-réis. 
  Naziazeno, por conselho de Adelaide, não pode destruir a oportunidade e continuidade de ter leite em sua casa porque seu filho, de quase quatro anos, está doente de meningite; já deixaram de comprar manteiga para diminuir os gastos, porém não podiam viver sem o leite. 
   A história passa-se em aproximadamente vinte e quatro horas. Naziazeno, sem tomar café da manhã, com a ajuda de seus amigos, incluindo o Duque, vai a alguns agiotas pedir dinheiro emprestado (arredondando, ficando sessenta mil-réis); quando, por fim, Alcides Kônrad troca seu anel de bacharel por uma quantia de trezentos e cinquenta mil-réis. 
    Ao conseguir o dinheiro, Naziazeno compra manteiga e brinquedos para o filho, além de investir em sapatos para a esposa enquanto tem os cinquenta e três mil-réis à espera do leiteiro. Porém ocorre um imprevisto: os ratos (eis o porquê do título) roem não somente as mobília e comida da casa, mas também o suado dinheiro que Naziazeno conseguira. 
   Por fim, a obra termina com o leiteiro pela madrugada despejando o leite de Naziazeno, que dorme. 
   
  Rebecca de Santana

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Memórias Póstumas de Brás Cubas – Joaquim Machado de Assis

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  O romance "Memórias póstumas de Brás Cubas", escrito por Machado de Assis em 1881, conta a trajetória da vida não romântica do defunto autor Brás Cubas até o período de sua morte, ocorrida pela pneumonia; disserta a história de um rico e solteiro homem que narra suas memórias de vida em primeira pessoa. 
   Brás Cubas nasce em 20 de outubro de 1805 e falece em 6 de agosto de 1869 e narra, de forma irônica e por meio de metáforas, a sua relação com os amores de sua vida. Sua cerimônia fúnebre fora realizada por onze amigo, entre eles sua irmã Sabina e sua ex-amante Vigília. Ele decide descrever suas memórias postumamente sem preocupar-se com as opiniões alheias, além de homenageá-las ao verme que roeu as frias carnes de seu cadáver, iniciando a obra pelo seu enterro. 
   Em sua infância, relata suas traquinagens e maus tratamentos ao escravo Prudêncio, sua amizade com Quincas Borba, um colega de escola, e os amores adúlteros de dona Eusébia. 
   Em sua juventude, retrata seu relacionamento com a prostituta de luxo Marcela, que, além de ter sido seu primeiro amor, deu-lhe o primeiro beijo, quando ele tinha 17 anos, e que amou-lhe por quinze meses e onze contos de réis. Brás Cubas é mandado a Coimbra, onde bacharela-se em Direito, iniciando sua carreira política, e tenta curar seu amor pela prostituta, que era indesejado pelos pais; retorna à sua terra, o Rio de Janeiro, quando sua mãe morre, enquanto namorara Eugênia, o que faz seu pai decidir casar-lhe com Vigília, que prefere e casa-se com Lobo Neves. 
   Quando seu pai morre, há um conflito entre o protagonista e sua irmã para decidir com quem fica a herança. 
   Vigília e Brás Cubas tornam-se amantes, o que o faz pagar alguns contos de réis a dona Plácida, que descobre o adultério e, com o dinheiro, arranja-lhes uma casa para a ocorrência da traição e enterra o assunto em segredo. 
   Quando Lobo Neves parte para o Norte, pois torna-se presidente, Vigília, sua esposa, com ele parte, terminando o relacionamento secreto entre ambos. Brás Cubas, após a fria separação, aproxima-se de Nhá Loló, parenta de seu cunhado Cotrim, mas ela morre de febre amarela antes de casarem-se. Aos poucos, Quincas Borba, dona Plácida e outros personagens vão-se, o que faz Brás Cubas querer inventar um remédio que cure todos os males da humanidade, mas não o cria porque morre de pneumonia, porém crê que morreu pela indagação de uma ideia fúnebre. Brás Cubas não conseguiu nada que almejava e, por isso, seu enredo final é cheio de frustações. 

Rebecca de Santana

APRESENTAÇÃO


Este blog é de uso particular, mas se por algum acaso chegaram aqui... sejam bem-vindos! Vou postar alguns pensamentos, aprendizados e questionamentos que acredito serem edificantes. Eu não tenho — tampouco pretendo ter — formação em qualquer área da linguística. 

The Hobbit (1977)
Sou apenas uma apreciadora do belo universo criado por Tolkien. Fique à vontade para acrescentar ou sugerir algo por meio dos comentários.

Que Jesus, Maria e José caminhem convosco =D

At.te,
Rebecca